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24/01/2012 - Motoristas cooperados participam da licitação de táxis da capital
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Mais de 800 candidatos participam de licitação para novas permissões de táxi em Goiânia
Motoristas associados a cooperativas de táxi de Goiânia estão participando da licitação que vai preencher 239 novas permissões de táxi para a capital. De acordo com a Secretaria de Compras e Licitações da Prefeitura, 811 candidatos participam do processo, que está na fase de avaliação de pontuação das propostas apresentadas. As permissões serão válidas pelo prazo de 20 anos. Com as novas permissões, Goiânia passará a contar com 1.479 táxis em circulação, uma média de um veículo para cada 900 habitantes. O presidente da Cooperativa de Transporte de Passageiros da Rádio Taxi Araguaia, Edson Hiytoshi Fujioka, afirma que a quantidade de permissões é compatível com a demanda pelo serviço na capital. De acordo com ele, muitos dos candidatos às permissões já atuam como motoristas, mas a iniciativa irá permitir que novos veículos entrem em circulação. “Temos dois tipos de profissionais, o permissionário e o motorista autorizado. Com esta licitação, os motoristas terceirizados terão condições de comprar seu próprio táxi”, afirmou Hiytoshi Fujioka. O presidente da Cooperativa de Transporte em Táxi de Goiânia (Coopertaxi), Luiz Roberto Alves dos Santos, também concorda com a quantidade de permissionários proposta pela prefeitura. Segundo ele, o total em exercício não é suficiente, pois as rádios táxi da capital não conseguem atender à procura. "Nosso objetivo é prestar um serviço de qualidade e a grande demanda atrapalha isso. No segundo semestre do ano passado, por exemplo, chegamos a dispensar cerca de 50 chamadas por dia, mas espero que com essas permissões isso seja resolvido", ressaltou Santos. Apesar disso, o presidente afirma que a cooperativa será cautelosa ao aceitar novos cooperados. "Tem que existir equilíbrio entre a procura pelo serviço e a quantidade de motoristas. Por isso não podemos admitir uma quantidade maior de cooperados, para que futuramente isso não cause prejuízos", explicou.